Principais etapas para criação de Aplicativos

Written by

Principais etapas para criação de Aplicativos

capptan news| Views: 889

Os smartphones são parte integrante de nossas vidas, especialmente durante o período de pandemia, em que smartphones e seus aplicativos têm sido os mediadores de nosso contato com o mundo.

Este uso mais intenso dos aplicativos se traduz em lucratividade: de acordo com o Applsflyer, em 2020 os aplicativos brasileiros representaram 18% das instalações de apps na América Latina contra 8% em 2018. Sendo que a receita cresceu 50% durante a pandemia.

Muitas empresas brasileiras têm investido no ramo e procurado criar os próprios apps: o Brasil detém hoje a segunda colocação em desenvolvimento de aplicativos, segundo dados do Pew Research Center (Think tank americano que faz medição de tendências pelo mundo).

No entanto, a criação de um aplicativo é complexa e multidisciplinar e o investimento irá variar de acordo com cada projeto. Confira as principais etapas para criação de aplicativos:

1. Ideia

O ponto de partida para a criação de um aplicativo é a ideia: definição abstrata de como seria o programa. Essa etapa se divide em duas partes: 

  • criação do conceito (a ideia principal do aplicativo);
  • definição dos problemas que o app solucionará.

O conceito é baseado nas necessidades dos futuros usuários, e para que se obtenha uma melhor identificação das vontades da clientela, é comum que se utilize pesquisas de mercado e feedbacks de usuários reais.

Já a segunda parte é marcada pela definição dos problemas os quais o aplicativo irá propor para uma solução.

Durante esta etapa, é possível também estimar as funcionalidades e o design inicial do aplicativo.

2. Briefing ou instruções iniciais

Definido o conceito principal, é possível partir para o plano de ação efetivo, tendo como pontapé inicial a geração de um Briefing (resumo do projeto com um plano de ação). 

Neste Briefing (também chamado de instruções iniciais) será estimado:

  • tempo a ser utilizado para o desenvolvimento;
  • qual será investimento necessário;
  • como será a interface, em suma, tudo o que deve ser feito para transformar a ideia inicial em uma realidade.

3. Definição de público-alvo e Seleção de sistema operacional 

A escolha do sistema operacional (SO) é essencial: Segundo o site Statista, o Android detinha 71% do mercado em janeiro de 2021, contra 27% do iOS e 0,6% dos demais sistemas operacionais de mobile, sendo que cada SO, pode exigir métodos de desenvolvimento distintos e linguagens de programação específicas.

Android

Este sistema operacional é o mais conhecido e operante com a maioria do mercado de celulares. 

Pode ser desenvolvido a partir de qualquer hardware (seja Mac, Windows, Linux, etc) e tem a vantagem de contar com um imenso público em potencial.

Além disso, seu código aberto permite que os desenvolvedores tenham um maior controle da plataforma.

Por estar presente em dispositivos distintos ao redor do planeta, o Android tem um ciclo de atualização mais lento, pois embora o sistema operacional tenha código aberto, seu funcionamento é configurado para diferentes hardwares, criando assim obstáculos para as atualizações.

IOS (Apple)

Embora tenha um número menor de usuários, a receita dos aplicativos IOS é mais alta (chegou a 1 trilhão de dólares em 2017 segundo dados levantados por Horce Dediu, analista da Asymco). 

Além disso, o processo de desenvolvimento é considerado mais simples por conta das interfaces pré-existentes (embora deva partir de um hardware Mac como iMac ou MacBook).

Hibridos

Os aplicativos híbridos costumam não ser tão rápidos quanto os nativos (feitos especialmente para um sistema operacional, seja Android ou IOS).

Isto é, não são recomendados caso uma performance mais robusta seja necessária, porém, tem a vantagem da abrangência de público quase universal.

4. Seleção de colaboradores para criação do aplicativo

O desenvolvimento de aplicativos é uma atividade multidisciplinar, que envolve profissionais como: 

  • Desenvolvedor;
  • Programador;
  • Designer; 
  • Analista de sistemas;
  • Arquiteto de Softwares;
  • UX Designer; 
  • Gerente de Projetos;
  • entre outros.

Caso o desenvolvimento de software não for o Core Business (atividade principal) da empresa, é possível realizar a terceirização desta função, o que faz com que a empresa tenha acesso a profissionais qualificados sem a necessidade de processo seletivo. 

Neste meio, é importante averiguar a possibilidade de um contrato de confidencialidade, para garantir que o aplicativo esteja resguardado de danos ou cópias.

5. Desenvolvimento

Tendo claro a ideia, o briefing e escolhidos os colaboradores, é possível partir para o desenvolvimento em si. Dentre as atividades desta etapa estão: design, prototipagem, codificação, testes, entre outras.

6- Lançamento

Estando pronto o aplicativo, ele será disponibilizado para o seu público real através das “Apps Stores” ou lojas de aplicativos: Play Store no caso do Android e Apple Store para IOS. 

Um detalhe importante é que essas duas lojas possuem custos de licenciamento diversos

O custo de licenciamento é de 30 dólares americanos na Play Store (sem necessidade de pagamento posterior), enquanto o investimento é de 99 dólares americanos anuais na Apple Store.

Quer desenvolver um aplicativo para a sua empresa?

Entre em contato com os especialistas da Capptan, a empresa possui um time de completo de especialistas, e está no mercado de desenvolvimento de aplicativos há mais de 8 anos, tendo entregue mais de 120 projetos de Apps.

Conheça a Capptan, empresa de criação de aplicativo que hoje é considerada uma das três melhores desenvolvedoras de aplicativos da América Latina.

Comments

comments