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Você tem perfil para ser um desenvolvedor Full Stack?

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Apesar de não ser novo, o termo desenvolvedor Full Stack sempre está em cena.

No Brasil, a demanda por este tipo de profissional só tem crescido. O aumento do investimento na transformação digital e a disseminação das startups são alguns dos fatores responsáveis.

Você já deve saber que um Full Stack, basicamente, reúne conhecimentos do front-end e do back-end. Ele consegue cuidar, sozinho, de todas as etapas do projeto, o que é comum em equipes enxutas.

A maior vantagem de investir na carreira é a financeira, prevê-se que os ganhos sejam maiores do que aqueles que trabalham apenas no front ou back-end.

Assim como em qualquer carreira há prós e contras, mas se há uma certeza é a de que o desenvolvedor Full Stack precisa ter essência de eterno aprendiz e gostar de planar por várias tecnologias.

Muitos dizem que ser Full Stack é ser o profissional que sabe muito, mas não consegue se especializar de verdade em nada. Preconceitos a parte, conheça-se bem e descubra o tipo de vaga que deseja ocupar: Full Stack ou especialista?

Um Full Stack pode ter uma gama maior de vagas disponíveis, já que seu leque de atuação é diversificado, no entanto, para as vagas que exigem alto nível técnico específico os especialistas terão preferência.

 

Leia: Competências esperados do profissional de TI em 2019

 

O que um Full Stack precisa saber

No geral, o desenvolvedor Full Stack precisa dominar toda a estrutura de produção do software e colocá-lo no ar, mas os conhecimentos irão variar de acordo com cada empresa e das tecnologias e técnicas que o time trabalha.

O dev que pretende se tornar um Full Stak deve buscar constantemente novos conhecimentos, nunca se esquecendo de focar um em específico.

 

Sabendo disso, vamos falar das técnicas e tecnologias que o Full Stack deve conhecer:

  • usabilidade: já sabendo da importância da experiência do usuário tem nos projetos, o desenvolvedor Full-Stack precisa ter a visão de usabilidade desde a concepção da funcionalidade.
  • controle de versão: é básico que qualquer desenvolvedor domine tecnologias como o Git e o SVN, seja ele Full Stack ou não;
  • linguagens de programação back-end: além de estudar a noção de lógica do back-end, o Full Stack precisa saber pelo menos uma linguagem como JavaScript, Java, C# ou PHP;
  • banco de dados: Essencial para  um Full Stack;
  • mobile: a abordagem padrão hoje é o ‘mobile first’. Devs do front-end costumam ter essa visão, mas quem vem do back-end pode se aprofundar mais;
  • infraestrutura e nuvem: conhecimentos como virtualização de máquinas, infraestrutura de redes e serviços de nuvem são muito bem-vindos para o desenvolvedor Full Stack;
  • linguagens de programação Front-End: JavaScript e HTML, por exemplo, são algumas das habilidades básicas de qualquer desenvolvedor Full Stack.

 

E aí, você já domina esses conhecimentos ou acha que tem facilidade em aprendê-los?

Ótimo, mas não se contente com esse nível jamais. Tenha a consciência que um bom desenvolvedor Full Stack deve estar em processo de evolução contínuo.

Até por que a tecnologia não para e muito menos as linguagens de programação. Você precisa se transformar e atualizar junto com elas.

 

É possível ser bom em tudo?

Humanamente falando, não!

E é aí que pode morar a ‘discórdia’ que mencionamos acima.

Um especialista, além de aprender para usar hoje, precisa se atualizar para continuar bom naquilo amanhã. Isso significa que o profissional deve estar sempre atento as tendências. E se o conhecimento é imenso em uma das frentes, front end por exemplo, imagine só ter que manter-se atualizado em todas elas.

Por isso, pode-se dizer que o desenvolvedor Full Stack sabe ‘se virar’ em tudo, mas ele precisará escolher um determinado conhecimento e aprofundar-se nele. Afinal, não dá para ser bom em tudo, não é?

Até por que não é apenas o front ou o back, o desenvolvedor Full-Stack precisa reunir outras características.

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Além da habilidade técnica, o que mais se espera do Full-Stack?

– Curiosidade;

– Sede por conhecimento;

– Comprometimento;

-Visão de negócios.

 

Ser curioso e sedento por aprendizado é indispensável para quem sabe que não pode parar no tempo.

Para ser múltiplo não dá para focar toda a atenção em um único assunto, precisa saber a hora de alternar o foco e ter controle sobre ele.

Em qualquer área se espera que o profissional se comprometa e vista a camisa. Um desenvolvedor Full Stack não é diferente, principalmente por que o resultado pode depender apenas dele (dependendo do caso).

Mas, é preciso entender de negócios também? Elementar, meu caro! É o desenvolvedor Full Stack que lida com toda a estrutura de desenvolvimento e deve apontar possíveis problemas e sugerir soluções. Para isso ele precisa estar atento ao mercado, só assim poderá ser um ponto focal da área de desenvolvimento como um todo.

 

Por onde começar?

Front ou back-end, por onde começar?

Talvez a melhor resposta seja começar por aquele que te deixe mais confortável. Alguns preferem aprender os dois simultaneamente, desenvolvendo o front e o back-end de cada funcionalidade antes de passar para a próxima.

Mas, talvez o front-end seja um bom ponto de partida, pois ele te dará uma noção melhor dos tipos de dados e informações que precisarão ser armazenados no banco de dados, além de focar no layout, design e apresentação do conteúdo. Dessa forma, quando você passar para back-end, já terá um sistema funcional, faltando somente inserir dados dinâmicos.

 

Quais certificações tirar?

Para alavancar sua carreira como desenvolvedor Full Stack sugerimos os seis principais cursos e certificações:

– No front-end: HTML, CSS, JavaScript e Angular JS;

– No back-end: Python e MySQL.

 

E aí, você tem perfil Full Stack?

Conte para gente e aproveite para entrar em contato com o nosso recrutamento.

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